domingo, 23 de maio de 2010

A MALA

Uma mulher que se preze, viaja com o namorado pela primeira vez , para uma viagem de um mês, carregando na mala os melhores modelitos para poder estar bela e maravilhosa para ele em todas as ocasiões de manha, a tarde e a noite. Principalmente para uma viagem onde consta estrada, jantares bacanas , barco , temperatura amena e um pouco de frio da primavera que ainda não deu as caras na Europa, certo?

Errado.

Não que eu seja uma mulher que viaje com várias malas, não é isso, mas eu viajo com uma boa mala. Tem sempre aquela opção básica. Pode ser esta ou aquela. Não tenho duvidas e escolho sempre a roupa de primeira quando estou defronte do meu guarda roupa , mas viajando é diferente. Gosto de saber que se não estiver tão frio , vou ter a outra mais fresquinha. Ou aquele doce de ontem, que faz com que a roupa de hoje não caia tão bem quanto você pensava quando colocou aquele vestido na mala, compreende?

Se você é do sexo feminino, sei que você me entende.

Há exceções , pois descobri que existe uma tal de uma japonesa que pois isso tudo por terra. Ela viaja o mundo com uma nécessaire a tira colo (força de expressão), mas é uma micro mala com tudo que precisa.

Lembram do filme do George Clooney , “ up in the air” , “ Amor sem escalas “ , onde ele ensina pra sua parceira como deve ser a mala de viagem.

Bem amigas fui adestrada. Não pelo George.

But, what else?

Pelo meu atual, of course…

Podem dar o nome que quiserem, meu filho disse que nem me reconhecia pois me submeti a ordem de um namorado que nem marido era. Sempre fiz o estilo durona, sabe? Ai quando modifico meus movimentos quem está perto estranha... natural .

So não é normal eu agir assim, mas o fato é que eu fiz sim. Podem pisar. Me submeti, me reinventei e passei um mes inteiro em uma viagem enorme variando sobre o mesmo tema. Ele disse que eu estava Linda todos os dias. Não sei até hoje a verdade sobre isso, pois ele não seria louco de dizer o contrário, pois isso significaria novas roupas e uma mala enorme.

Bem, como fui indo com aquela malinha , micra comigo, la pela Itália, ele resolveu comprar uma igual a dele para mim. ( espero que isso tenha sido um gesto isolado e não repetição de padrão, se as mais perspicazes me compreendem)

Compramos. Como a dele já estava com milhas aéreas ficava evidente a disparidade do tempo entre as duas.

Moral da história : Este ser em estudo, porque ate hoje não ouvi falar de um homem com estas atitudes ( ler gestos e atitudes postagem de abril) ele comprou uma outra para ficarmos os dois começando ao mesmo tempo uma nova viagem.

E ai eu digo, é possível .

Modifique o guarda-roupa Pucci oferece variações no gersey , Diane Fustemberg idem. Uma calça fuseu também pode ajudar. Enfim nada nesta vida é impossível .

Malas? Não. Seja leve e livre.

Liberte-se.

Esteja aberta para novas possibilidades e não seja obtusa, a vida pode dar certo.

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